Um sorriso que já havia sido visto antes em algum outro lugar, em tempos remotos e distantes, que agora seriam parte de uma lembrança comum e bela.
Notou-a ao longe e corou o rosto em meio a tantos outros desconhecidos.
Ao longo de palavras curiosas e um tanto banais, os risos se mantinham, ao mesmo tempo em que inúmeras perguntas lhes preenchiam a mente.
O crime maior seria negar um desejo oculto e levemente esquecido, ou supri-lo da forma mais inconseqüente possível?
A troca de olhares intrigados e dispersos não os deixaria lamentar qualquer ação chamada indevida ou impensada. As palavras se engasgavam ao meio de tantas outras que deveriam ser ditas com pouco menos de convicção.
A mudança de ambiente os ajudaria a compreender melhor o que todas aquelas palpitações em ambos os peitos significava.
Longe de olhos curiosos, fez-se o ato dos sublimes desejos; onde ele dizia sentir-se como criança ao seu lado, e lhe correu o rosto com os lábios, até chegar em sua boca o gosto de tanto tempo atrás.
Finalmente haveria alguém que pudesse fazê-la parar de se repreender, enquanto não soubesse mais pensar em romances anteriores.
Os braços lhe repuxavam com tal força capaz de desmanchar o medo e a dúvida presentes em seus pensamentos confusos. Mordia-lhe o lábio, lhe beijava o rosto, e lhe segurava a cintura, com as mãos num movimento que descia até as costas; com aqueles longos e castanhos cabelos jogados em seus ombros.
Tocava-lhe a ponta do queixo e as maças do rosto, dizendo sorrindo o quão bela ela podia ser.
Supria-se a nostalgia misturada ao novo momento que se fazia, enquanto os vidros do carro se embaçavam em meio ao breu da noite.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Boys don't cry
Notava-se o estranho pesar de um silêncio, que não seria quebrado por qualquer palavra que fosse.
As mesmas mãos tentavam tocá-la, e sem sucesso, mantinham o alto-controle por respeito próprio.
Ao acrescentar minutos aos ponteiros do relógio, notava-se o quão inútil seria discutir a dúvida, e a incerteza, presos num sonho que acabara ali.
Ela o fitou, calada; ao mesmo tempo em que o olhar dele era como o de alguém que tivera o peito pesado, numa estranha e ligeira agonia.
Inevitável e de certo, imprevisível, eram as lágrimas que escorriam daquele rosto, aparentemente sem fragilidade alguma.
Ele lhe sentia a vergonha, e a passageira sensação de perda; de algo que talvez pudesse valer a pena.
As palavras se misturavam ao resto de tantas outras que haviam sido ditas, anteriormente.
Num movimento involuntário, ele lhe acomodava ao peito, e lhe trazia junto ao próprio rosto, na intenção de senti-la pelo pouco que fosse, mais uma vez.
E mesmo após relutar, ela lhe aceitou de bom grado, retribuindo nos mesmos laços.
E foi quando a voz de menina passou a lhe cantar ao pé do ouvido:
''Something in the way she moves, attracts me like no other lover…
Something in the way she woos me. I don't want to leave her now,
You know I believe and how (…)
You're asking me, will my love grow?
I don't know, I don't know''
Enquanto ouvia o fim da melodia, ele deixava escapar lágrimas que se tornavam incapazes de se controlar; segurando-a com cada vez mais força nos braços.
E ambos não sabiam mais explicar se aquele era realmente o fim de um sentimento, ou o começo de outro.
Ela se despediu, sem inchar os olhos e nem ao menos molhar o rosto; enquanto ele tentara se recompor, passando as abas da blusa de lã por suas feições, já esgotadas.
Num sublime gesto, ela lhe beijou a testa, sorriu e lhe deu um breve adeus.
Ele, já exausto, agachara-se no chão da calçada, fitando-a até que lhe perdesse totalmente de vista.
Ela, por sua vez, olhou para traz um último momento, e seguiu.
As mesmas mãos tentavam tocá-la, e sem sucesso, mantinham o alto-controle por respeito próprio.
Ao acrescentar minutos aos ponteiros do relógio, notava-se o quão inútil seria discutir a dúvida, e a incerteza, presos num sonho que acabara ali.
Ela o fitou, calada; ao mesmo tempo em que o olhar dele era como o de alguém que tivera o peito pesado, numa estranha e ligeira agonia.
Inevitável e de certo, imprevisível, eram as lágrimas que escorriam daquele rosto, aparentemente sem fragilidade alguma.
Ele lhe sentia a vergonha, e a passageira sensação de perda; de algo que talvez pudesse valer a pena.
As palavras se misturavam ao resto de tantas outras que haviam sido ditas, anteriormente.
Num movimento involuntário, ele lhe acomodava ao peito, e lhe trazia junto ao próprio rosto, na intenção de senti-la pelo pouco que fosse, mais uma vez.
E mesmo após relutar, ela lhe aceitou de bom grado, retribuindo nos mesmos laços.
E foi quando a voz de menina passou a lhe cantar ao pé do ouvido:
''Something in the way she moves, attracts me like no other lover…
Something in the way she woos me. I don't want to leave her now,
You know I believe and how (…)
You're asking me, will my love grow?
I don't know, I don't know''
Enquanto ouvia o fim da melodia, ele deixava escapar lágrimas que se tornavam incapazes de se controlar; segurando-a com cada vez mais força nos braços.
E ambos não sabiam mais explicar se aquele era realmente o fim de um sentimento, ou o começo de outro.
Ela se despediu, sem inchar os olhos e nem ao menos molhar o rosto; enquanto ele tentara se recompor, passando as abas da blusa de lã por suas feições, já esgotadas.
Num sublime gesto, ela lhe beijou a testa, sorriu e lhe deu um breve adeus.
Ele, já exausto, agachara-se no chão da calçada, fitando-a até que lhe perdesse totalmente de vista.
Ela, por sua vez, olhou para traz um último momento, e seguiu.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Faz parte do meu show
Senti a vontade que existiu apenas em alguns momentos, em toda a minha breve vida medíocre.
A estranha vontade em desaparecer por tempo indeterminado. A necessidade em me afastar de todo o universo que conspira contra as minhas ilusões de pequenas proporções.
O desejo em proteger o lado sublime dos meus sentimentos de qualquer que seja o perigo neles imposto.
- Vem comigo.
- Pra onde?
- Pra qualquer lugar que nos deixe longe de tudo. Não quero mais viver aqui.
- Por que?
- Porque me sinto desprotegida, assustada. Sempre há um medo em mim, que me sufoca e eu não quero mais sentir isso.
- Não precisa sentir, você sabe. Eu te protejo, estou aqui com você, agora.
- E o dia em que você não estiver?
- Sempre vou estar.
- Como você sabe? Como sabe que sou a garota da sua vida?
- Porque eu já te disse isso tantas vezes que perdi a conta. Se não fosse você, não seria mais ninguém...
- Sempre vai me perdoar por duvidar de você?
- Quero que não duvide mais.
A vontade em fugir passa, logo que descubro que o nosso mundo já é grande o suficiente para comportar o que sentimos e condizer com o que fazemos.
A estranha vontade em desaparecer por tempo indeterminado. A necessidade em me afastar de todo o universo que conspira contra as minhas ilusões de pequenas proporções.
O desejo em proteger o lado sublime dos meus sentimentos de qualquer que seja o perigo neles imposto.
- Vem comigo.
- Pra onde?
- Pra qualquer lugar que nos deixe longe de tudo. Não quero mais viver aqui.
- Por que?
- Porque me sinto desprotegida, assustada. Sempre há um medo em mim, que me sufoca e eu não quero mais sentir isso.
- Não precisa sentir, você sabe. Eu te protejo, estou aqui com você, agora.
- E o dia em que você não estiver?
- Sempre vou estar.
- Como você sabe? Como sabe que sou a garota da sua vida?
- Porque eu já te disse isso tantas vezes que perdi a conta. Se não fosse você, não seria mais ninguém...
- Sempre vai me perdoar por duvidar de você?
- Quero que não duvide mais.
A vontade em fugir passa, logo que descubro que o nosso mundo já é grande o suficiente para comportar o que sentimos e condizer com o que fazemos.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Inquietação
Me enrolo em palavras confusas que nenhum de nós dois entende, e procuro a convicção que há pouco fui capaz de perder.
Permaneço assustada, como alguém sem segurança nenhuma nas mãos, e sem força para esconder lágrimas de puro e justificado medo.
Me descuido com o óbvio e manifesto minha estupidez, como se culpasse a qualquer outro por erros não tão distantes do presente.
Me refujo no que foi dito anteriormente, como se apenas frases bonitas fossem dignas de arrancar toda a minha impaciência e a desilusão que me fez não conseguir planejar o futuro à longo prazo.
Me prendo nos sonhos inconscientes que me seguem, para aliviar o peso que a realidade me traz em certos momentos.
Me anextesio com imagens que me fizeram ser capaz de enxergar a calma, por mais longe que ela estivesse após isso. E o seu sorriso me fere, e me encanta, ainda.
Me liberto de tudo o que eu senti, da consequência do que você quis viver; e minha reação me remete rapidamente uma sensação de tranquilidade, que eu quase nunca consigo alcançar.
Me perco em melodias e busco nos seus olhos o significado para as palavras que ouço. Permaneço vidrada e você me nota, sem entender a minha fixação; que só se inquieta quando seus dedos tocam minha pele, de leve.
Shiu, faz silêncio, ninguém precisa escutar.
Permaneço assustada, como alguém sem segurança nenhuma nas mãos, e sem força para esconder lágrimas de puro e justificado medo.
Me descuido com o óbvio e manifesto minha estupidez, como se culpasse a qualquer outro por erros não tão distantes do presente.
Me refujo no que foi dito anteriormente, como se apenas frases bonitas fossem dignas de arrancar toda a minha impaciência e a desilusão que me fez não conseguir planejar o futuro à longo prazo.
Me prendo nos sonhos inconscientes que me seguem, para aliviar o peso que a realidade me traz em certos momentos.
Me anextesio com imagens que me fizeram ser capaz de enxergar a calma, por mais longe que ela estivesse após isso. E o seu sorriso me fere, e me encanta, ainda.
Me liberto de tudo o que eu senti, da consequência do que você quis viver; e minha reação me remete rapidamente uma sensação de tranquilidade, que eu quase nunca consigo alcançar.
Me perco em melodias e busco nos seus olhos o significado para as palavras que ouço. Permaneço vidrada e você me nota, sem entender a minha fixação; que só se inquieta quando seus dedos tocam minha pele, de leve.
Shiu, faz silêncio, ninguém precisa escutar.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Nova concepção
Às vezes não sabemos realmente qual é a direção correta para caminharmos. Eu entendo que essa dúvida quase sempre me persiga. Mas talvez valha mais a pena voltar aos primeiros passos, antes que haja um caminho sem volta; antes de nos perdermos completamente.
Às vezes é preciso esconder qualquer sentimento frustrado ou ferido e prosseguir, se a garantia maior é a de estarmos protegidos. E ouso dizer que essa proteção se deriva do nosso próprio senso daquilo que pode nos devolver a felicidade que já havia sido constante.
Talvez eu ainda não saiba perdoar quem um dia roubou um sonho meu. Talvez eu não esteja pronta para manifestar meu bem-querer por qualquer leigo que venha à me dizer que a consideração por uma história não pode ser mudada.
E mesmo com os dias que passaram, agora eu sinto meu velho luto desaparecer, e o desejo se retomar com força igual, ou maior.
Às vezes é preciso apenas deixarmos um breve passado pra traz.
A verdade é que detesto pensar tanto assim em nós e fingir que consigo conviver com uma ausência breve, que não se sustenta. Detesto tentar provar a mim mesma que sou tão forte ao ponto de não passar minutos olhando imagens do seu sorriso ao meu lado.
Às vezes o lamento maior é me impor uma razão que nunca existiu, uma coerência absurda, sabendo que sequer sou capaz de responder perguntas óbvias.
A verdade é que detesto saber que minha fraqueza é tamanha, que deixo minhas prioridades só para tê-lo na lembrança. Sentir que você não imagina o quão ainda acredito em cada palavra sua.
Às vezes tudo não passa de uma questão de tempo, e isso bem se prova com cada momento que dividimos atualmente.
Às vezes é preciso esconder qualquer sentimento frustrado ou ferido e prosseguir, se a garantia maior é a de estarmos protegidos. E ouso dizer que essa proteção se deriva do nosso próprio senso daquilo que pode nos devolver a felicidade que já havia sido constante.
Talvez eu ainda não saiba perdoar quem um dia roubou um sonho meu. Talvez eu não esteja pronta para manifestar meu bem-querer por qualquer leigo que venha à me dizer que a consideração por uma história não pode ser mudada.
E mesmo com os dias que passaram, agora eu sinto meu velho luto desaparecer, e o desejo se retomar com força igual, ou maior.
Às vezes é preciso apenas deixarmos um breve passado pra traz.
A verdade é que detesto pensar tanto assim em nós e fingir que consigo conviver com uma ausência breve, que não se sustenta. Detesto tentar provar a mim mesma que sou tão forte ao ponto de não passar minutos olhando imagens do seu sorriso ao meu lado.
Às vezes o lamento maior é me impor uma razão que nunca existiu, uma coerência absurda, sabendo que sequer sou capaz de responder perguntas óbvias.
A verdade é que detesto saber que minha fraqueza é tamanha, que deixo minhas prioridades só para tê-lo na lembrança. Sentir que você não imagina o quão ainda acredito em cada palavra sua.
Às vezes tudo não passa de uma questão de tempo, e isso bem se prova com cada momento que dividimos atualmente.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Apatia
Não digo que ainda seja exatamente como antes, pois, afinal, eu ainda prefiro as coisas como ficaram desde as últimas horas em contato direto.
Eu não finjo e já não sei fugir, e isso, de certa maneira, me impressiona.
Às vezes passo minutos intermináveis perguntando à mim mesma sobre quem será a próxima pessoa a surgir na minha vida. Não nego que de fato, eu gostaria que algo improvável e
inusitado ocorresse, como nos tantos filmes que assistí há tempos atrás.
Eu sei o que ainda sinto, mas não sei medir ao certo a porcentagem desse sentimento.
Ouso mencionar até mesmo a palavra ''chato'', por não ser mais tão encantador como
de início, e me fazer enxergar que talvez a situação dependa muito mais das minhas emoções daqui pra frente.
Não sei se faço a mesma questão em ser contrariada, e nem mesmo deixar que uma
pessoa, até então fascinante, me desiluda e mude meu ponto de vista.
Não me permito mais mergulhar nas minhas velhas concepções, e extrair delas o máximo de convicção possível.
O que há nesse momento é a minha necessidade em viver por mim, e nada mais. Pois a cada vez em que ouço palavras doces, que trazem à tona o desejo anterior,
essas mesmas são quebradas inconscientemente pela falta de esforço que esse
romantismo semi-morto me transparece.
É então que me lembro que já senti algo assim por mais de uma vez. Apatia.
He wants it easy; he want it relaxed
Said I can do a lot of things, but I can't do that
Two steps foward, then three steps back
...All right.
(...) the end has no end.
Eu não finjo e já não sei fugir, e isso, de certa maneira, me impressiona.
Às vezes passo minutos intermináveis perguntando à mim mesma sobre quem será a próxima pessoa a surgir na minha vida. Não nego que de fato, eu gostaria que algo improvável e
inusitado ocorresse, como nos tantos filmes que assistí há tempos atrás.
Eu sei o que ainda sinto, mas não sei medir ao certo a porcentagem desse sentimento.
Ouso mencionar até mesmo a palavra ''chato'', por não ser mais tão encantador como
de início, e me fazer enxergar que talvez a situação dependa muito mais das minhas emoções daqui pra frente.
Não sei se faço a mesma questão em ser contrariada, e nem mesmo deixar que uma
pessoa, até então fascinante, me desiluda e mude meu ponto de vista.
Não me permito mais mergulhar nas minhas velhas concepções, e extrair delas o máximo de convicção possível.
O que há nesse momento é a minha necessidade em viver por mim, e nada mais. Pois a cada vez em que ouço palavras doces, que trazem à tona o desejo anterior,
essas mesmas são quebradas inconscientemente pela falta de esforço que esse
romantismo semi-morto me transparece.
É então que me lembro que já senti algo assim por mais de uma vez. Apatia.
He wants it easy; he want it relaxed
Said I can do a lot of things, but I can't do that
Two steps foward, then three steps back
...All right.
(...) the end has no end.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Em coma
O grande problema em sonhar, é que muitas vezes, os sonhos exprimem nossos desejos inconscientes, e acabam por nos fazer pensar que tudo é, ou continuirá a ser como há tempos onde dúvida alguma existia.
Os sonhos nos forçam a reviver o que fomos, e aquilo que ainda somos, e nos permitem medir situações onde a questão existencial é ''Por quê?''.
Mas toda essa crueldade inconsciente que criamos visando o que se passou, só nos serve de auto-tortura para nostalgias.
E o mal maior é acordar, como se o corpo estivesse em coma, e não saber destinguir o que seria a realidade ou a ilusão. Então, supõe-se que o ideal seria passar pelo processo de auto-congelamento, onde talvez, estivesse uma oportunidade de realizar suas maiores vontades, e ainda assim permanecer ileso à qualquer espécie de sofrimento ou perda.
Mas, de qualquer maneira, poderia existir a chance de que esse procedimento passasse por um defeito, e criasse um dado incorrígível na sua mente.
Assim acontece em 'Vanilla Sky', e da mesma forma nessa nossa tão breve realidade.
Mas, como David, eu escolhi enfrentar meu maior medo, cair e acordar do sonho mais bonito e confuso que já tive.
E você? o que escolheria?
''e eu vou encontrá-lo em outra vida, quando nós dois formos gatos.''
Os sonhos nos forçam a reviver o que fomos, e aquilo que ainda somos, e nos permitem medir situações onde a questão existencial é ''Por quê?''.
Mas toda essa crueldade inconsciente que criamos visando o que se passou, só nos serve de auto-tortura para nostalgias.
E o mal maior é acordar, como se o corpo estivesse em coma, e não saber destinguir o que seria a realidade ou a ilusão. Então, supõe-se que o ideal seria passar pelo processo de auto-congelamento, onde talvez, estivesse uma oportunidade de realizar suas maiores vontades, e ainda assim permanecer ileso à qualquer espécie de sofrimento ou perda.
Mas, de qualquer maneira, poderia existir a chance de que esse procedimento passasse por um defeito, e criasse um dado incorrígível na sua mente.
Assim acontece em 'Vanilla Sky', e da mesma forma nessa nossa tão breve realidade.
Mas, como David, eu escolhi enfrentar meu maior medo, cair e acordar do sonho mais bonito e confuso que já tive.
E você? o que escolheria?
''e eu vou encontrá-lo em outra vida, quando nós dois formos gatos.''
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